Hoje, em uma conversa, lembrei do pensamento que eu costumava ter sobre a duração das coisas. Pensava que algumas coisas eram realmente para sempre… Eu sempre cuidei muito das minhas coisas, para que, tivessem o máximo de ‘vida’ possível, evitando o desgaste, o fim… Tentava me poupar também, em vários sentidos, de frustrações, de sair da zona de conforto. As frustrações eram realmente terríveis para mim. E elas são tão necessárias para nossa saúde relacional. Eu evitava situações que ‘sabia’ que não terminariam bem ou que terminariam. Hoje, temos teóricos que falam da nossa vida moderna líquida. Que não existe nada definitivo. As coisas se tornaram tão descartáveis quanto as relações. Escorrem pelas mãos. Entendi que o “para sempre” deve ser usado hoje, vivendo, sem empurrar para frente algo que não tem futuro. Senti que isso me libertou. Percebi que tinha apego as coisas, a pensamentos que não eram exatamente o que eu acreditava. E no fim, acabava me frustrando para ...
O ESTRESSE PÓS TRAUMÁTICO é um estado mental que já atingiu os gaúchos, principalmente, os diretamente afetados pelas enchentes. Reconstruir casas, bens materiais, não vai reparar o dano mental. Fica aqui apenas a minha colaboração para o entendimento da gravidade do problema. Mas quem aí já ouviu falar em PREVENÇÃO MENTAL? A VIDA SE IMPÕE. A VIDA SE ATRAVESSA. Se você pensa estar de pé, trate-se também para poder dar suporte a alguém no futuro. Isso é fundamental. Sem mais, sintomas do estresse pós traumático. As pessoas podem ter: No humor: ataque de pânico, culpa, descontentamento geral, desesperança, nervosismo, perda de interesse, perda de interesse ou prazer nas atividades, raiva, solidão ou sofrimento emocional No comportamento: agitação, agressão, automutilação, comportamento autodestrutivo, gritos, hipervigilância, hostilidade, irritabilidade ou isolamento social Sintomas psicológicos: alucinação, ansiedade severa, depressão, flashback, medo ou d...